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Mostrando postagens de agosto, 2009

TRT SÃO PAULO 2008

Questão 28. A Terapia Cognitiva é um método fundamentado no modelo cognitivo, segundo o qual a emoção e o comportamento são influenciados pela forma como o indivíduo. (A) atua diante de limites. (B) atua no mundo, considerando sua subjetividade. (C) posiciona-se frente a outros. (D) interpreta os acontecimentos . (E) aceita as experiências de luto. A psicologia cognitiva baseia-se no modelo cognitivo segundo o qual afeto e comportamento são determinados pelo modo como um indivíduo estrutura o mundo, as interpretações que um indivíduo faz do mundo estruturam-se progressivamente, durante seu desenvolvimento, formando regras ou esquemas. Estes esquemas orientam, organizam, selecionam suas novas interpretações e ajudam a estabelecer critérios de avaliação de eficácia ou adequação de sua ação no mundo. Numa analogia, pode-se dizer que funcionam tal como as regras gramaticais na regulação do comportamento verbal. Fonte: RANGÉ, Bernard (org.) (2001) Psicoterapia comportamental e cognitiva Pes...

Distorções cognitivas no paciente deprimido

1. Pensamento dicotômico: É a tendência de interpretar todas as experiências em termos de categorias opostas e polarizadas (preto/branco, tudo/nada, sempre/nunca, perfeição/fracasso, segurança/perigo total). Ex.: “um sinal imprevisto do meu corpo significa perigo iminente”; ou “se eu não me sair sempre bem (no trabalho etc.), isto significa que sou um fracasso”. 2. Abstração seletiva: é a tendência a focalizar apenas um detalhe retirado de um contexto, ignorando nisto aspectos também importantes, e conceber a totalidade da experiência com base no fragmento. Ex.: “sou impotente” (após uma falha erétil) 3. Inferência arbitrária: é a tendência a chegar a uma conclusão (ou regra) na ausência de provas suficientes, ou por meio de um raciocínio lógico falho. Ex.: “não sou atraente para as mulheres” (depois de algumas tentativas de corte infrutíferas). 4. Hipergeneralização: é a tendência a ver um evento negativo único como parte de um padrão interminável de perigos ou sofrimentos. Ex.:...

BENÇÃO: um sim que pretende dar sorte*

Um ano de 2009 como muitos acontecimentos, uns bons, outros ruins e alguns derradeiros, sobrevivi ao décimo bloco de psicologia da Uespi( quem o conhece sabe do que estou falando), e falta apenas alguns meses pra pegar o meu diploma, deixei o blogstone como fala minha irmã, meio que abandonado, estava cansada minha gente, e ainda estou tentando pegar no tranco, tá na hora de cumprir minhas metas, tá na hora de continuar estudando psicologia, tá na hora de...., de......, de....relaxar mais. E o ano ainda não acabou. Às vezes me dá enjôo de gente. Depois passa e fico de novo toda curiosa e atenta. E é só. CLARICE LINSPECTOR * pequeno dicionário de palavras ao vento, autora adriana falcão retirado do blog http://aminhabusca.blogspot.com/2006/12/palavras-ao-vento-adriana-falco.html

De toda maneira

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DE TODA MANEIRA DE TODA MANEIRA SERÁ SEMPRE SOL DE VERÃO SEMPRE LUA , ESTRELA Preta gil

Precipitação

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Os filósofos e as primeiras raízes da psicologia II

Parte 1. Os filósofos e as primeiras raízes da psicologia I : Anaxágoras de Clazômenas (499-428 AC) admitia a existência de uma diversidade de elementos, as homeomerias ou sementes que trariam em si o gérmen das coisas. Essas sementes estariam contidas no magma original e foram separadas por uma inteligência ordenadora. “Dizia que tudo está em tudo, pois em cada coisa há uma parte de todas as outras”. Se algo é o que é, trata-se de que nesse algo predominam as sementes correspondentes a ele: no ouro, predominam as sementes do ouro, mas nele estão presentes todas as outras sementes. As sementes são minúsculas, portanto, podem estar todas presentes num único elemento. A geração, a corrupção e a transformação da realidade podem ser explicadas pela desagregação ou pela mistura das sementes. O mundo se origina através de um redemoinho em que se realizam as misturas e separações das sementes, aqui se introduz a idéia do Nous (espírito, inteligência) para explicar a origem do redemoi...

Os filósofos e as primeiras raízes da psicologia

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Como se explica que as coisas mudem e dêem lugar a novas coisas que antes não existiam? E se mudam, deve existir algo que não mude, o “primeiro princípio” de que são feitas, então, todas as coisas Período cosmológico Nesse período a preocupação era entender e explicar o cosmo, saber de que matéria era feito, buscar o princípio e a lei que regia o universo que até então era concebido mitologicamente. O cosmo era um composto de partes ou a mistura de elementos simples, dessa forma, o mundo só seria compreendido se conseguisse encontrar a unidade ou o elemento mais simples do universo, a essa maneira, ou o método de buscar a verdade ou a causa, ou principio, reduzindo o complexo ao elemento mais simples, deu-se o nome de elementismo, atomismo, monismo e é utilizado, ainda hoje pelas ciências Tales de Mileto (640-548 AC) teve uma tendência elementista ao identificar a água como elemento presente em todos os seres vivos. Heráclito de Éfeso (540-475 AC) observava que o mu...

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