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19 de novembro de 2015

Harlow e sua experiência com macacos rhesus


     Para estudar o desenvolvimento de respostas afetivas de macacos neonatais , Harlow separou macacos de suas mães após o nascimento. Em seus experimentos, cada bebê teve acesso a duas mães artificiais, uma delas sendo uma armação de arame com rosto de madeira e uma mamadeira à altura do peito, e a outra mais ou menos semelhante, mas revestida de um tecido felpudo. Os bebês ficavam com ambas as mães, mas à medida que cresciam, mostravam uma forte ligação com a mãe de pano. 
    Quando se deparavam com um intruso, por exemplo, um urso mecânico de pelúcia, fugiam para junto da mãe de pano, agarravam-se a ela e, então, confortados e sem medo, examinavam o urso. Do mesmo modo, quando colocados numa sala estranha, procuravam imediatamente a mãe de pano e se agarravam a ela em busca de consolo, antes de iniciarem a exploração.






Fonte:

14 de junho de 2009

Valores humanos

Olá, minha gente, minha semana temática em homenagem ao dia dos namorados acabou, e muita coisa aconteceu, comecei a ministrar aulas no pro-jovem, são 15 horas por semana fora os meus cinco estágios (vejam bem a situação em que vivo), de segunda a quinta quatro horas diárias de aula, pra quem só usava 50 minutos estou sofrendo pra caramba, o que me trouxe a este post é a aula de amanhã o conteúdo a ser trabalhado é sobre valores humanos, baseado no Programa de Educação em Valores Humanos desenvolvido pelo Sai Baba, Segundo esse programa, são cinco os principais valores humanos a serem trabalhados para a edificação do caráter: Verdade, Ação Correta, Paz, Amor e Não-violência.

Os valores humanos devem ser passados ao estudante através de histórias, contos, reflexões, canções, poemas e outras atividades que reforcem o tema proposto no dia e o estimulem a refletir sobre os valores e a vivenciá-los na prática de seu dia-a-dia, pois é, vamos falar sobre a verdade, a ação correta, a paz, o amor e a não violência, e mais do que falar é tentar vivê-los a cada dia.




Saiba mais:

http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=794
http://www.valoreshumanos.org/
http://www.humanvalues.org/capitulo_1_programa.htm

24 de janeiro de 2009

História da educação no Brasil-Período da Abertura Política aos dias de hoje.

O Projeto de Lei da nova LDB foi encaminhado à Câmara Federal, pelo Deputado Octávio Elisio em 1988, o Senador Darcy Ribeiro apresenta um novo Projeto que acaba por ser aprovado em dezembro de 1996, oito anos após o encaminhamento do Deputado Octávio Elisio. O Governo Collor de Mello, em 1990, lança o projeto de construção de Centros Integrados de Apoio à Criança - CIACs, a fase politicamente marcante na educação, foi o trabalho do Ministro Paulo Renato de Souza à frente do Ministério da Educação que através de uma Medida Provisória extinguiu o Conselho Federal de Educação e criou o Conselho Nacional de Educação, deixando-o menos burocrático e mais político.

Vivemos um momento produtivo em relação a projetos na área de educação que são:

Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério - FUNDEF

Programa de Avaliação Institucional – PAIUB

Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica - SAEB

Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM

Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs.

Exame Nacional de Cursos – ENC

A colonização brasileira teve características de exploração e a educação serviu para esse fim, a educação é o pilar da transformação e formação do indivíduo, sendo assim foi(é) usada para os interesses de uma minoria, primeiros aos interesses europeus, mais tarde aos interesses de um governo militar, percebendo a educação com esse poder devemos hoje estudar meios de trabalhá-la como um meio de construir uma sociedade melhor, podemos refletir na possibilidade dessa afirmação, perguntando: -Não seria isso uma utopia? Quem tem os meios de trabalhar a educação e é preciso nos colocar nesse ínterim, é o proprietário desse “status quo”, o que seria trabalhar contra em certo sentido dos nossos interesses.

A explanação acima foi feita não como uma altercação, mas como uma lembrança que para deixar de ser utopia, é preciso partir para ação, no mundo globalizado, percebemos que melhorando a qualidade de vida do outro, também se melhora a nossa qualidade de vida, com a educação diminui-se a violência, a corrupção, nesse aspecto esse “desserviço”, ou seja, as mudanças do “status quo”, são melhorias para todos os setores.

23 de janeiro de 2009

História da educação no Brasil - Período do regime militar

Post  revisto em 03/06/2010. obrigada jacke, pela correção.

Depois do golpe militar de 1964 muito educadores passaram a ser perseguidos em função de posicionamentos ideológicos. O Regime Militar espelhou na educação o caráter anti-democrático de sua proposta ideológica de governo: professores foram presos e demitidos; universidades foram invadidas; estudantes foram presos, feridos, e alguns foram mortos; os estudantes foram calados e a União Nacional dos Estudantes proibida de funcionar; o Decreto-Lei 477 que “Define infrações disciplinares praticadas por professores, alunos, funcionários ou empregados de estabelecimentos de ensino público ou particulares”. Calou a boca de alunos e professores; o Ministro da Justiça declarou que estudantes têm que estudar e não podem fazer baderna. Neste período deu-se a grande expansão das universidades no Brasil. Para erradicar o analfabetismo foi criado o MOBRAL. que propunha erradicar o analfabetismo no Brasil plano que não obteve sucesso.

Nesse período é instituída a Lei 5.692, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em 1971 que tinha como característica marcante dar a formação educacional um cunho profissionalizante.




As principais características da LDB de 1971 foram:

· Inclusão da educação moral e cívica, educação física, educação artística e programas de saúde como matérias obrigatórias do currículo, além do ensino religioso facultativo (art. 7)
· Ano letivo de 180 dias (art. 11)
· Ensino de 1º grau obrigatório dos 7 aos 14 anos (art. 20)
· Os municípios devem gastar 20% de seu orçamento com educação, não prevê dotação orçamentária para a União ou os estados (art. 59)
· Progressiva substituição do ensino de 2º grau gratuito por sistema de bolsas com restituição (art. 63)

Com os slogans propostos pelo governo, como "Brasil grande", "ame-o ou deixe-o", "milagre econômico", etc., planejava-se fazer com que a educação contribuísse, de forma decisiva, para o aumento da produção brasileira.



REFERÊNCIAS:


18 de janeiro de 2009

História da educação no brasil

PERÍODO DA SEGUNDA REPÚBLICA

No período da segunda república a nova realidade brasileira passou a exigir uma mão-de-obra especializada e para tal era preciso investir na educação, em 1930, foi criado o Ministério da Educação e Saúde Pública e, em 1931, o governo provisório sanciona decretos organizando o ensino secundário e as universidades brasileiras ainda inexistentes. Estes Decretos ficaram conhecidos como Reforma Francisco Campos:

O Decreto 19.850, de 11 de abril, cria o Conselho Nacional de Educação e os Conselhos Estaduais de Educação.
O Decreto 19.851, de 11 de abril, institui o Estatuto das Universidades Brasileiras.
O Decreto 19.852, de 11 de abril, dispõe sobre a organização da Universidade do Rio de Janeiro.
O Decreto 19.890, de 18 de abril, dispõe sobre a organização do ensino secundário.
O Decreto 20.158, de 30 de julho, organiza o ensino comercial, regulamenta a profissão de contador e dá outras providências.
O Decreto 21.241, de 14 de abril, consolida as disposições sobre o ensino secundário.

Em 1932 um grupo de educadores lança à nação o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, redigido por Fernando de Azevedo e assinado por outros conceituados educadores da época.
Em 1932 eclode a Revolução Constitucionalista de São Paulo. Em 1934 a nova Constituição dispõe que a educação é direito de todos, devendo ser ministrada pela família e pelos Poderes Públicos. Ainda em 1934, por iniciativa do governador Armando Salles Oliveira, foi criada a Universidade de São Paulo.


PERÍODO DO ESTADO NOVO

É outorgada uma nova Constituição em 10 de novembro de 1937. Vargas anunciou essa nova constituição que suspendia todos os direitos políticos, abolindo os partidos e as organizações civis, o congresso nacional foi fechado, assim como as assembléias legislativas e as câmaras municipais. A orientação político-educacional para o mundo capitalista consiste na preparação de um maior contingente de mão-de-obra para as novas atividades abertas pelo mercado. A nova Constituição enfatiza o ensino pré-vocacional e profissional e que a arte, a ciência e o ensino sejam livres à iniciativa individual e à associação ou pessoas coletivas públicas e particulares, tirando do Estado o dever da educação, mantém a gratuidade e a obrigatoriedade do ensino primário.
As conquistas do movimento renovador foram enfraquecidas pela nova Constituição de 1937 que marca uma distinção entre o trabalho intelectual, para as classes mais favorecidas, e o trabalho manual, enfatizando o ensino profissional para as mais desfavorecidas. Nesse momento é criada a União Nacional dos Estudantes - UNE e o Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos - INEP. Em 1942, são criadas as Leis Orgânicas do Ensino, e são compostas pelos seguintes Decretos-lei:
O Decreto-lei 4.048, de 22 de janeiro cria o SENAI.
O Decreto-lei 4.073, de 30 de janeiro, regulamenta o ensino industrial.
O Decreto-lei 4.244, de 9 de abril, regulamenta o ensino secundário.
O Decreto-lei 4.481, de 16 de julho, dispõe sobre a obrigatoriedade dos estabelecimentos industriais empregarem um total de 8% do número de operários e matriculá-los nas escolas do SENAI.
O Decreto-lei 4.436, de 7 de novembro, amplia o âmbito do SENAI.
O Decreto-lei 4.984, de 21 de novembro, compele que as empresas oficiais com mais de cem empregados a manter, por conta própria, uma escola de aprendizagem destinada à formação profissional.
O ensino ficou composto, por cinco anos de curso primário, quatro de curso ginasial e três de colegial, na modalidade clássica ou científica. O ensino colegial passou a preocupar-se com a formação geral, a predominância recaiu sobre o científico.
Em 1944 começa a ser publicada a Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, órgão de divulgação do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos - INEP.

14 de janeiro de 2009

História da educação no brasil

Período Imperial

Em 1820 o povo português inicia a Revolução Constitucionalista, o que apressa a volta de D. João VI. Em 1822, a 7 de setembro, seu filho D. Pedro I declara a Independência do Brasil, em 1824 é outorgada a primeira Constituição brasileira. O Art. 179 desta Lei Magna dizia que a "instrução primária e gratuita para todos os cidadãos". Em 1823, institui-se o Método Lancaster, onde um aluno treinado ensina um grupo de dez alunos sob a rígida vigilância de um inspetor. Em 1826 um Decreto institui quatro graus de instrução: Pedagogias (primário), Liceus, Ginásios e Academias.

Em 1834 o Ato Adicional à Constituição dispõe que as províncias passariam a ser responsáveis pela administração do ensino primário e secundário. Em 1835, surge a primeira escola normal do país em Niterói. Em 1880 o Ministro Paulino de Souza lamenta o abandono da educação no Brasil, em seu relatório à Câmara. Em 1882 Ruy Barbosa sugere a liberdade do ensino, o ensino laico e a obrigatoriedade de instrução, obedecendo às normas emanadas pela Maçonaria Internacional.

PERÍODO DA PRIMEIRA REPÚBLICA

Na organização escolar percebe-se influência da filosofia positivista. A Reforma de Benjamin Constant tinha como princípios orientadores a liberdade e laicidade do ensino, e a gratuidade da escola primária. Uma das intenções desta Reforma era transformar o ensino em formador de alunos para os cursos superiores e não apenas preparador e substituir a predominância literária pela científica. O Código Epitácio Pessoa, de 1901, inclui a lógica entre as matérias e retira a biologia, a sociologia e a moral.

A Reforma Rivadávia Correa, de 1911, pretendeu que o curso secundário se tornasse formador do cidadão pregando a liberdade de ensino, a abolição do diploma em troca de um certificado de assistência e aproveitamento e transfere os exames de admissão ao ensino superior para as faculdades. Os resultados desta Reforma foram desastrosos para a educação brasileira.
A Reforma João Luiz Alves introduz a cadeira de Moral; e Cívica com a intenção de tentar combater os protestos estudantis contra o governo do presidente Arthur Bernardes. Nesta época, foram realizadas diversas reformas de abrangência estadual, como a de Lourenço Filho, no Ceará, em 1923, a de Anísio Teixeira, na Bahia, em 1925, a de Francisco Campos e Mario Casassanta, em Minas, em 1927, a de Fernando de Azevedo, no Distrito Federal (atual Rio de Janeiro), em 1928 e a de Carneiro Leão, em Pernambuco, em 1928.

12 de janeiro de 2009

Secretaria de educação Pernambuco - Psicólogo 2008

Questão 20.

A Lei nº 9.394/96 – LDB, em seu Art. 10, prevê que os Estados, entre outras atribuições, incumbir-se-ão de

A) ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento.(DOCENTES)
B) obedecer às normas de gestão democrática estabelecidas pelos Conselhos Municipais de Educação.
C) elaborar e executar políticas e planos educacionais em consonância com as diretrizes e os planos nacionais de educação, integrando e coordenando as suas ações e as dos seus municípios.
D)Informar os pais sobre a freqüência e o rendimento dos alunos. (ESTABELECIMENTO DE ENSINO)
E)Reclassificar os alunos, quando se tratar de transferência no âmbito nacional.


Art. 10. Os Estados incumbir-se-ão de:

I - organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino;
II - definir, com os Municípios, formas de colaboração na oferta do ensino fundamental, as quais devem assegurar a distribuição proporcional das responsabilidades, de acordo com a população a ser atendida e os recursos financeiros disponíveis em cada uma dessas esferas do Poder Público;
III - elaborar e executar políticas e planos educacionais, em consonância com as diretrizes e planos nacionais de educação, integrando e coordenando as suas ações e as dos seus Municípios;
IV - autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, respectivamente, os cursos das instituições de educação superior e os estabelecimentos do seu sistema de ensino;
V - baixar normas complementares para o seu sistema de ensino;
VI - assegurar o ensino fundamental e oferecer, com prioridade, o ensino médio.
VII - assumir o transporte escolar dos alunos da rede estadual.

Parágrafo único. Ao Distrito Federal aplicar-se-ão as competências referentes aos Estados e aos Municípios.


Fonte:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm

8 de janeiro de 2009

PERÍODO POMBALINO

Com a expulsão, pouca coisa restou de prática educativa no Brasil. Continuou a funcionar o Seminário episcopal, no Pará, e os Seminários de São José e São Pedro, a Escola de Artes e Edificações Militares, na Bahia; e a Escola de Artilharia, no Rio de Janeiro.

Os jesuítas foram expulsos pelo Marquês de Pombal, primeiro ministro de Portugal de 1750 a 1777, em função de diferenças de objetivos. Enquanto os jesuítas preocupavam-se com o proselitismo e o noviciado, Ou seja, as escolas da Companhia de Jesus tinham por objetivo servir aos interesses da fé, Pombal pensou em organizar a escola para servir aos interesses do Estado.

Segundo Amaral e Seco (2006) o que motivou as reformas pombalinas seria por o reinado português em condições econômicas que permitissem competir com as nações estrangeiras, para isso era preciso adaptar sua maior colônia a fim de acomodá-la a nova ordem pretendida por Portugal.

Através do alvará de 28 de junho de 1759, suprimia as escolas jesuíticas de Portugal e de todas as colônias, e criava as aulas régias de Latim, Grego e Retórica. Portugal percebeu que a educação no Brasil estava estagnada e Para isso instituiu o subsídio literário, uma taxação, que incidia sobre a carne verde, o vinho, o vinagre e a aguardente. Nunca foi cobrado com regularidade e os professores ficavam longos períodos sem receber.

Os professores eram mal preparados para a função, nomeados por indicação e se tornavam proprietários vitalícios de suas aulas régias. Nesse período sobressaiu-se a criação do Seminário de Olinda, em 1798, que tinha uma estrutura escolar, em que as matérias apresentavam uma seqüência lógica.

No princípio do século XIX a educação brasileira estava reduzida a praticamente nada. Esta situação somente sofreu uma mudança com a chegada da família real ao Brasil em 1808.



FONTE:
http://heloisa_c.sites.uol.com.br/hieduc1.htm

SECO, A. P. AMARAL, T. C. I. Marquês de pombal e a reforma educacional brasileira, (2006) Disponível em Acesso Acesso 3/01/2009.

7 de janeiro de 2009

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

PERÍODO JESUÍTICO


A companhia de Jesus foi fundada por Inácio de Loiola na capela de Montmarte, em 1534, com objetivos catequéticos, os primeiros jesuítas chegaram ao Brasil em março de 1549 comandados pelo padre Manoel de Nóbrega, quinze dias após a chegada edificaram a primeira escola elementar brasileira em salvador, com o primeiro professor chamado irmão Vicente com 21 anos, ele dedicou-se durante mais de 50 anos ao ensino e propagação da fé religiosa, o mais atuante noviço foi José de Anchieta, tornou-se mestre escola do colégio de Piratininga, foi missionário em São Vicente e autor da arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil. Os jesuítas se dedicaram à pregação da fé católica e ao trabalho educativo, perceberam que não seria possível converter os índios à fé católica sem que soubessem ler e escrever, vinte e um anos após a chegada a obra jesuítica era composta por cinco escolas de instrução elementar e três colégios. Os jesuítas mantinham os cursos de letras e filosofia, considerados secundários, e o curso de teologia e ciências sagradas, de nível superior, para a formação de sacerdotes, os que pretendiam seguir profissões liberais iam estudar na Europa, na universidade de Coimbra e na universidade de Montpellier, na França. Como característica da educação nesse período Casimiro afirma


"Podemos dizer que a Igreja tomou a si o papel principal, oferecendo oportunidades desiguais, manifestando preconceitos e justificando-os, em nome do Evangelho. Uma parcela de brancos freqüentava os colégios e podiam, alguns, fidalgos, ir completar os seus estudos no Reino. Para outros, que faziam parte da maioria da população, os não-brancos, ela proporcionou apenas os rudimentos das primeiras letras, o ensino profissionalizante, a catequese e a cristianização. "(CASIMIRO, 2006)


Quanto aos índios as cidades desejavam integrá-los ao processo colonizador; os jesuítas desejavam convertê-los ao cristianismo e aos valores europeus; os colonos estavam interessados em usá-los como escravos, o s jesuítas criaram a s missões, onde os índios além de passarem pelo processo de catequização, também são orientados ao trabalho agrícola, que garantiam aos jesuítas uma das suas fontes de renda. As missões acabaram por transformar os índios em nômades sedentários, o que contribuiu para facilitar a captura deles pelos colonos. Os jesuítas permaneceram mentores da educação brasileira por 210 anos, até 1759 quando foram expulsos de todas as colônias portuguesas por marquês de pombal, acontecendo uma grande ruptura histórica num processo já consolidado como modelo educacional.



Referências:

CASIMIRO, A. P. B. S. Pensamentos fundadores na educação religiosa do Brasil Colônia (2006). Disponível em Acesso 3/01/2009.
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