30 de outubro de 2011


Quem
tem olhos pra ver o tempo soprando sulcos na pele soprando sulcos na pele
soprando sulcos?
o tempo andou riscando meu rosto
com
uma navalha fina

sem
raiva nem rancor
o
tempo riscou meu rosto
com
calma

(eu
parei de lutar contra o tempo
ando
exercendo instantes
acho
que ganhei presença)

acho
que a vida anda passando a mão em mim.
a
vida anda passando a mão em mim.
acho
que a vida anda passando.
a
vida anda passando.
acho
que a vida anda.
a vida
anda em mim.
acho
que há vida em mim.
a
vida em mim anda passando.
acho
que a vida anda passando a mão em mim
 e
por falar em sexo quem anda me comendo
é
o tempo
na
verdade faz tempo mas eu escondia
porque
ele me pegava à força e por trás

um
dia resolvi encará-lo de frente e disse: tempo
se
você tem que me comer
que
seja com o meu consentimento
e
me olhando nos olhos

acho
que ganhei o tempo
de
lá pra cá ele tem sido bom comigo
dizem
que ando até remoçando.

 Viviane Mosé,  Poema do livro “Pensamento do Chão”

27 de junho de 2011

Cartas a uma jovem terapeuta


A primeira coisa que gostaria de dizer a você é que eu a entendo! Entendo o seu sofrimento e a sua esperança, a sua angústia e a sua satisfação na busca para ser uma melhor terapeuta. Estar face a face com uma pessoa que procura ajuda, que sofre, é mesmo um grande desafio. Você pode me perguntar: “Será que eu realmente disponho do conhecimento e da habilidade mínima necessária para atender essa pessoa”? Suas dúvidas e seus sentimentos tocam-me e, por isso, estou aqui hoje, por meio dessa carta, disposta a dividir com você alguns conhecimentos e experiências que talvez possam facilitar um começo de carreira tão repleta de cobranças e incertezas.

Celana



Leia mais no artigo de Celana Cardoso Andrada, Cartas a uma jovem terapeuta, que você encontra no último número da Revista da Abordagem Gestáltica, está o maior barato!Uma delícia!

A revista está no ar: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1809-686720100002&lng=pt&nrm=iso

19 de junho de 2011

Centro de Documentação da Gestalt -Terapia brasileira

O Centro de Documentação da Gestalt-Terapia Brasileira tem como objetivo documentar a história da Gestalt-Terapia brasileira, facilitar a troca de informações no âmbito de nossa comunidade e divulgar esta abordagem.

É um site muito bom, tem muita coisa, só os vídeos abaixos já valem o clique, baixei o de Gestalt-Terapia e atendimento infantil e valeu a pena.
Para os estudantes, profissionais e curiosos.

Se cadastre e acesse.
http://www.igt.psc.br/ojs2/

"Disturbios dermatológicos"
Claudia Gomes

Gênese Fenomenológica da Gestalt"
Rosane Granzotto, Marcos Granzotto

"Hermenêutica experimental da Gestalt-terapia, teoria e ciência"
Afonso Fonseca

"Sobre os Fundamentos Fenomenológico-Existenciais de Gestalt-terapia"
Afonso Fonseca

"Abordagem Gestáltica em Psicoterapia"
Jean Clark Juliano

"Gestalt-terapia e Atendimento Infantil: criança e familia, diferentes possibilidades de atuação"
Heloisa Costa

15 de maio de 2011

Técnicas de ludoterapia e suas implicações II

Resumo do artigo Técnicas da gestalt terapia aplicada a ludoterapia de Myriam Moreira Protasio que você encontra na íntegra aqui:
http://www.ifen.com.br/revistas/ludoterapia/artigo_2.html


O primeiro recurso que o terapeuta tem é ele próprio, com sua disponibilidade e intencionalidade para aquele encontro.

Myriam Protasio


Livros Infantis

O terapeuta pode ter em seu consultório vários livros infantis. Hoje em dia é possível encontrar textos com ilustrações bastante sensíveis explorando inúmeros temas pertencentes ao mundo das crianças. Quando uma criança escolhe um destes livros abre-se um tema a ser explorado, um universo afetivo a ser compreendido.

O corpo

Na ludoterapia pode-se fazer brincadeiras como “o macaco mandou” ou imitar animais em seus movimentos ou sentimentos. Pode-se jogar bola, correr, pular, ir a um trepa-trepa. Pode-se dirigir a criança num relaxamento onde ela imagina-se com uma lanterna na mão passeando por dentro de seu corpo. Pode-se-lhe pedir que pare quando sentir um músculo mais tenso ou uma dor e que então descreva o que está percebendo ou sentindo. Ela pode deitar-se sobre um papel e o terapeuta desenhar seu contorno que será depois “vestido”. Ela pode também fazer um desenho livre de seu corpo sobre um grande papel. A parede pode ser usada para registrar o crescimento dela. É sempre uma surpresa constatar a mudança de tamanho. O espelho também pode ser utilizado. A criança pode gostar ou não do que vê. Pode ser simpática ou agressiva a si mesma através do espelho. O terapeuta pode usar também o espelho para demonstrar a incongruência entre a fala e a expressão.

Dramatização

A criança pode fazer um brincadeira dramática livre utilizando os objetos da sala como a casinha de bonecas, objetos de casinha, bonecas, fantoches, bonecos, armas, carros etc.. Nestas brincadeiras, quando o terapeuta é convidado a contracenar, é importante que ele atue segundo instruções da criança para que não represente o personagem por seus próprios critérios, mas pelos critérios da criança.

Pode-se construir com a criança uma caixinha dos sentimentos. Criança e terapeuta juntos nomeiam os sentimentos que conhecem que são então escritos num papelzinho e guardados na caixa. Posteriormente pode-se sortear um ao acaso e representá-lo para que o outro adivinhe do que se trata. É uma forma de exercitar a criança a compreender os sentimentos dos que a cercam e os seus próprios.

Testes projetivos

TPO – Teste projetivo Ômega, CAT –Teste de apercepção temática para crianças, Rorschach – Teste psicodiagnóstico de Hermann Rorschach e outros.

No psicodiagnóstico este material é utilizado para recolher dados úteis na elaboração da conclusão psicodiagnóstica. Na ludoterapia o terapeuta pode utilizá-los como recurso para explorar com a criança os significados externados. De forma que o material produzido é discutido, pensado e questionado, e o que importa é o significado emergente.

Jogos

Baralho, jogo da velha, memória, loto, ludo, boliche, bolade-gude, belisca, risk, espião e muitos outros que se pode comprar à vontade nas prateleiras de jogos para crianças.No processo terapêutico pode-se trabalhar a forma como a criança joga, conhecer sua forma de raciocinar, como lida com a competição, quais suas maiores preocupações durante um jogo etc.. Outras vezes a criança é introduzida num jogo não conhecido anteriormente e pode-se conhecer sua forma de lidar com estas situações.

Fonte:

PROTASIO, Myriam Moreira. Técnicas da gestalt terapia aplicada a ludoterapia.

Saiba mais:

Revista de Ludoterapia do Instituto de Psicologia fenomenológico-existencial do Rio de Janeiro - IFEN
http://www.ifen.com.br/publica.html

13 de maio de 2011

Técnicas de ludoterapia e suas implicações

Resumo do artigo  Técnicas da gestalt terapia aplicada a ludoterapia de Myriam Moreira Protasio que você encontra na íntegra aqui:
http://www.ifen.com.br/revistas/ludoterapia/artigo_2.html



Existe um número interminável de técnicas específicas para ajudar as crianças a exprimir sentimentos por intermédio do desenho e da pintura. Independente do que a criança e eu escolhemos fazer em qualquer sessão, o meu propósito básico é o mesmo. Minha meta é ajudar a criança a tomar consciência de si mesma e da sua existência em seu mundo. Cada terapeuta encontrará o seu próprio estilo para conseguir esse delicado equilíbrio entre dirigir e orientar a sessão, de um lado, e acompanhar e seguir a direção da criança, de outro.
Violet Oaklander


Desenho

Desenho livre: a criança manifesta o desejo de desenhar. O terapeuta acompanha o processo de criação, observa e, junto à criança, explora o sentido particular expresso pelo desenho. Ao fazer isto o terapeuta estará possibilitando a conscientização da criança de sua intencionalidade, ou seja, daquilo que a motiva a criar este desenho, a usar estas cores, a posicionar as figuras desta forma etc.

Desenho dirigido: o cliente cria e desenha livremente, mas o tema é proposto ou sugerido pelo terapeuta. O objetivo do terapeuta é explorar através do desenho questões pertinentes àquele cliente. Assim, pode pedir, por exemplo, que a criança desenhe sua família, seu mundo, seu quarto, sua casa, sua rotina, dê cor aos seus sentimentos, desenhe seus amigos como animais (adaptando o bestiário) etc.. O bestiário é uma possibilidade bastante útil no sentido de conscientizar a criança de seus sentimentos sobre as pessoas que a cercam.

Curso de Psicoterapia

Vivências de fantasias

O primeiro passo em qualquer vivência de fantasia é promover o relaxamento. Este pode ser dirigido pelo terapeuta. Pede-se a criança que tire os sapatos, deite-se confortavelmente e feche os olhos. Muitas crianças não gostam de tirar seus sapatos, outras de deitar e muitas outras de manter seus olhos fechados. Seus limites são sempre respeitados depois de uma rápida conversa que esclareça em que se constitui esta limitação. É importante lembrar que qualquer proposta trazida pelo terapeuta deve colocar-se sempre aberta para a recusa da criança. A reação da criança deve ser utilizada para compreender a forma como ela atua e promover a conscientização sobre sua forma de estar-no-mundo.

Retomando o relaxamento, é pedido à criança que se deite confortavelmente e mantenha os olhos fechados. O terapeuta, em voz pausada e suave, vai dirigindo-a a seu espaço próprio, conscientizando-a de que existe um espaço somente ocupado por cada um de nós, que ninguém pode entrar a menos que seja convidado, fisicamente ou por pensamentos. Neste espaço somente ele detém o comando. Pede-se à criança que observe sua respiração, tente apreender seu ritmo respiratório. É pedido à criança que não interfira no ritmo respiratório, apenas observe, e em seguida ela é dirigida num passeio por seu corpo, que pode começar pelo dedão e sola do pé e seguir até o alto da cabeça. No final deste trabalho a criança deverá estar suficientemente relaxada e o terapeuta pode então levá-la para a “viagem de fantasia”. É dito à criança que vai-lhe ser contada uma história, que ela vai “viver” esta história, e que, quando acabar o trabalho, vai-lhe ser pedido que desenhe ou relate o que encontrou no final. O terapeuta pretende conhecer o mundo da criança relatado à partir do trabalho, explorando suas motivações e significados.

Fantasia da roseira

Consiste em pedir-se à criança que imagine que é uma roseira. Muitas sugestões são então dadas a título de estimulação objetivando facilitar a associação e criação da criança. Pede-se à criança que imagine que tipo de roseira é, se é mesmo uma roseira ou é outro tipo de flor, se tem espinho, se é grande ou pequena, alta ou baixa, em que lugar está, se está só ou acompanhada, como são seus companheiros, como se sente neste lugar, onde é este lugar, quem cuida dela? A criança é então dirigida de volta de seu espaço próprio para nosso lugar comum e é-lhe pedido que desenhe a roseira que imaginou sem preocupar-se com a qualidade do desenho, pois poderá dar as explicações que quiser sobre o que desenhou.

Recursos artísticos: tinta, massa, argila, cola, água

A utilização pode ser livre ou dirigida: a criança pode criar livremente e o terapeuta buscará articular com ela o sentido do que está vivenciando, ou o terapeuta pode sugerir-lhe que expresse algum sentimento através da argila, ou utilizando tinta da cor de sua preferência. Enquanto a criança utiliza este material é possível ao terapeuta atento perceber a forma como ela utiliza o espaço, o material e como está sua motricidade fina e ampla.

Histórias e poesias

Sua utilização na terapia pretende a exteriorização de sentimentos e idéias em palavras. Isto não é uma tarefa fácil para todas as crianças, mas é um caminho bonito de ser trilhado. Pode-se propor uma história interativa, construída em dupla pelo terapeuta e o cliente. Alguém começa, o outro completa, depois o outro traz uma nova frase, depois o outro, assim até que considerem a história encerrada. Pode começar assim: “Era um dia especial...”.

A poesia é também interessante e pode ser trabalhada de forma interativa. Pode-se pedir à criança que escreva uma poesia comunicando à sua mãe seus sentimentos. A poesia dispensa muitas informações e pode ser mais direta que uma prosa, o que torna o exercício bastante emocionante.

A criança pode fazer uma redação com um tema proposto pelo adulto. Outras vezes ela própria escolhe sobre o que escrever.


Curso de Psicologia Infantil


Fonte:

PROTASIO, Myriam Moreira. Técnicas da gestalt terapia aplicada a ludoterapia.


Saiba mais:


Revista de Ludoterapia do Instituto de Psicologia fenomenológico-existencial do Rio de Janeiro - IFEN
http://www.ifen.com.br/publica.html

22 de abril de 2011

Relatório ou Laudo psicológico

  O relatório ou laudo psicológico é uma apresentação descritiva acerca de situações e/ou condições psicológicas e suas determinações históricas, sociais, políticas e culturais, pesquisadas no processo de avaliação psicológica. Como todo documento,deve ser subsidiado em dados colhidos e analisados,à luz de um instrumental técnico (entrevistas, dinâmicas, testes psicológicos, observação, exame psíquico, intervenção verbal), consubstanciado em referencial técnico-filosófico e científico adotado pelo psicólogo.

  A finalidade do relatório psicológico será a de apresentar os procedimentos e conclusões gerados pelo processo da avaliação psicológica, relatando sobre o encaminhamento, as intervenções, o diagnóstico, o prognóstico e evolução do caso, orientação e sugestão de projeto terapêutico, bem como, caso necessário, solicitação de acompanhamento psicológico, limitando-se a fornecer somente as informações necessárias relacionadas à demanda, solicitação ou petição.


Estrutura

O relatório ou laudo psicológico é uma peça de natureza e valor científicos, devendo conter narrativa detalhada e didática, com clareza,precisão e harmonia,os termos técnicos devem, portanto, estar acompanhados das explicações e/ou conceituação retiradas dos fundamentos teórico-filosóficos que os sustentam.

Deve conter no mínimo cinco itens:

1.Identificação

O Autor/Relator – quem elabora o Relatório Psicológico; onde deverá ser colocado o nome do Psicólogo, com a respectiva Inscrição no Conselho Regional
O Interessado – quem solicita o Relatório Psicológico; podendo ser da Justiça, de empresas, entidades ou cliente
O Assunto/Finalidade – qual a razão/finalidade do Relatório Psicológico.(Se para acompanhamento, prorrogação de prazo para acompanhamento, se para laudos, pareceres sobre determinado fato, ou outras razões pertinentes a uma avaliação psicológica).


Modelos

Modelo I

RELATÓRIO PSICOLÓGICO


Autor (Relator) Nome do Psicólogo
CRP : Nº 0000
Interessado: Nome do Avaliado
Assunto: Resultado de avaliação Psicológica

Modelo II

RELATÓRIO PSICOLÓGICO

1. Identificação

AUTOR/RELATOR – Nome do Psicólogo
CRP – 00 / 000
INTERESSADO – SAÚDE UNIDAS LTDA
ASSUNTO – Solicitação de Avaliação Psicológica para prorrogação de Acompanhamento Psicológico.



2. Descrição da demanda

Esta parte é destinada à narração das informações referentes à problemática apresentada e dos motivos, razões e expectativas que produziram o pedido do documento.Nesta parte,deve-se apresentar a análise que se faz da demanda de forma a justificar o procedimento adotado.


Curso de Psicodiagnóstico(esse eu fiz e recomendo)


Modelo

RELATÓRIO PSICOLÓGICO

1. Identificação

Autor:
Interessado:
Assunto:

2. Descrição da Demanda

Em decorrência de dificuldade de adaptação às regras e normas escolares de déficit de atenção, falta de estímulo, reprovações subsequentes, falta de socialização, atitudes suicidas impulsivas, excessiva agressividade, acusações de furtos e danos materiais a patrimônio da escola e de professores, bem como experiência de expulsão em várias escolas, o adolescente (Nome do adolescente) foi submetido à avaliação psicológica como condição necessária à sua permanência na atual escola onde estuda. A família tem total conhecimento do comportamento do adolescente, afirmando que desde pequeno o mesmo apresentava dificuldade no seu desenvolvimento social. Gostava de ficar isolado, de quebrar seus brinquedos e atear fogo em objetos. Não conseguia se envolver emocionalmente com os membros da família, parecendo distante de todos. Ainda em relação à família, particularmente em relação aos genitores, detectou-se na figura paterna dificuldades de se impor, tendo o mesmo história de dependência alcóolica. Na figura materna, observou-se uma excessiva autoridade, bem como comportamento ambivalentes nos métodos disciplinares utilizados com o filho, ora se mostrando indiferente, negligenciando nas condições essenciais de desenvolvimento, ora abusando do seu poder, com castigos físicos exagerados, ficando evidenciado o caráter conflituoso na interação familiar.

3.Procedimento

A descrição do procedimento apresentará os recursos e instrumentos técnicos utilizados para coletar as informações (número de encontros, pessoas ouvidas, teste, entrevista, dinâmicas, observação, intervenção verbal ) à luz do referencial teórico-filosófico que os embasa. O procedimento adotado deve ser pertinente para avaliar a complexidade do que está sendo demandado.

Modelo

RELATÓRIO PSICOLÓGICO

1. Identificação

AUTOR/RELATOR –
CRP –
INTERESSADO –
ASSUNTO –

2. Descrição da demanda

3. Procedimento

Forem realizados entrevistas e aplicação de testes psicológicos em 4 encontros de 1 (uma) hora de duração em dias alternados.

4. Análise

É a parte do documento na qual o psicólogo faz uma exposição descritiva de forma metódica, objetiva e fiel dos dados colhidos e das situações vividas relacionados à demanda em sua complexidade.Como apresentado nos princípios técnicos, “O processo de avaliação psicológica deve considerar que os objetos deste procedimento (as questões de ordem psicológica) têm determinações históricas, sociais, econômicas e políticas, sendo as mesmas elementos constitutivos no processo de subjetivação.O documento , portanto, deve considerar a natureza dinâmica, não definitiva e não cristalizada do seu objeto de estudo. Somente deve ser relatado o que for necessário para o esclarecimento do encaminhamento, como disposto no Código de Ética Profissional do Psicólogo.

Modelo

RELATÓRIO PSICOLÓGICO

1. Identificação

AUTOR/RELATOR –
CRP –
INTERESSADO –
ASSUNTO –

2. Descrição da demanda

3. Procedimento

4. Análise

Nas primeiras sessões de avaliação, o examinado demonstrou excessiva tensão, irritabilidade, agitação, ansiedade, auto estima negativa, pensamento auto destrutivo e revolta em relação à sua mãe. Passado o período de comprometimento emocional, procedeu-se à aplicação dos testes buscando a investigação dos campos de percepção familiar, personalidade, inteligência e memória. No teste de percepção familiar, demonstrou desarmonia familiar, insegurança, introversão e sentimento de inferioridade. Foi observado distanciamento entre os familiares, rejeição ou desvalorização dos membros. No interrogatório, os conteúdos apresentados demonstraram bastante desinteresse pela vida. A avaliação de personalidade foi realizada através da observação e da aplicação dos Testes (A – percepção Temática (T A T), Rorschach e Casa, Árvore, Pessoa (HTP). Observou-se total conhecimento da realidade vivida por ele. Os principais traços encontrados foram: introversão, imaturidade, auto-estima negativa, egocentrismo, ambivalência de comportamento, oscilação de humor, insegurança, agressividade, falta de objetivos e interesse, excessiva fantasia, fixação por objetos, insatisfação com as normas e regras sociais, imprudência, satisfação com as situações de perigo, gosto pela velocidade, forte tendência piromaníaca e bastante capacidade para planejar ações. Quanto à avaliação da inteligência, os resultados obtidos através do R-1 e do Raven demonstraram boa capacidade intelectual, colocando-se acima da média para sua escolaridade e idade. Porém, em relação à memorização, verificou-se dificuldades no campo da memória auditiva e visual, classificando-se em categoria inferior ao esperado

5.Conclusão

Na conclusão do documento, o psicólogo vai expor o resultado e/ou considerações a respeito de sua investigação a partir das referências que subsidiaram o trabalho. Após a narração conclusiva, o documento é encerrado, com indicação do local, data de emissão, assinatura do psicólogo e o seu número de inscrição no CRP.

Modelo

RELATÓRIO PSICOLÓGICO

1. Identificação

AUTOR/RELATOR –
CRP –
INTERESSADO –
ASSUNTO –

2. Descrição da demanda

3. Procedimento

4. Análise

5. Conclusão

Através dos dados analisados no psicodiagnóstico não foram verificados indícios de Deficiência Mental, porém, dificuldades de ordem social e afetiva, piromania, fixação por objetos, obsessão, pensamento auto-destrutivo e oscilação de humor. Diagnóstico: O paciente apresenta transtorno de personalidade anti-social, CID-10: F60.2 + F91.3. Encaminhamentos: Encaminhado para tratamento psicoterápico e acompanhamento psiquiátrico.


Cidade, dia, mês, ano


Nome do Psicólogo
CRP N.º /



MAIS MODELOS:http://estudandopsi.blogspot.com.br/2015/02/gente-achei-esse-modelo-num-site-de.html

Curso de Psicodiagnóstico

Procurando um bom preparatório  para concursos de Psicologia? 
Saia na frente: Preparatório para concursos Específico de Psicologia




Fonte:
*Esse modelo foi retirado desse site
http://psicologoemportovelho.com.br/modelos-de-laudo-psicologico
http://pol.org.br/legislacao/pdf/resolucao2001_30.pdf
http://www2.pol.org.br/satepsi/CD_testes/pdf/Resolu%E7%E3o%20CFP%20N%BA%20007-2003.pdf

1 de abril de 2011

Parecer Psicológico

Parecer é um documento fundamentado e resumido sobre uma questão focal do campo psicológico cujo resultado pode ser indicativo ou conclusivo.

O parecer tem como finalidade apresentar resposta esclarecedora, no campo do conhecimento psicológico, através de uma avaliação especializada, de uma “questão-problema”, visando a dirimir dúvidas que estão interferindo na decisão, sendo, portanto, uma resposta a uma consulta, que exige de quem responde competência no assunto.


Estrutura

Havendo quesitos, o psicólogo deve respondê-los de forma sintética e convincente, não deixando nenhum quesito sem resposta.

Quando não houver dados para a resposta ou quando o psicólogo não puder ser categórico, deve-se utilizar a expressão “sem elementos de convicção”. Se o quesito estiver mal formulado, pode-se afirmar “prejudicado”, “sem elementos” ou “aguarda evolução”.

O parecer é composto de 4 (quatro) itens:

1. Identificação

Identificar o nome do parecerista e sua titulação, o nome do autor da solicitação e sua titulação.

2. Exposição de motivos

Transcrição do objetivo da consulta e dos quesitos ou à apresentação das dúvidas levantadas pelo solicitante. Deve-se apresentar a questão em tese, não sendo necessária, portanto, a descrição detalhada dos procedimentos, como os dados colhidos ou o nome dos envolvidos.

3. Análise

A discussão do parecer se constitui na análise minuciosa da questão explanada e argumentada com base nos fundamentos necessários existentes, seja na ética, na técnica ou no corpo conceitual da ciência psicológica. Nesta parte, deve respeitar as normas de referências de trabalhos científicos para suas citações e informações.

4. Conclusão

Na parte final, o psicólogo apresentará seu posicionamento, respondendo à questão levantada. Em seguida, informa o local e data em que foi elaborado e assina o documento.

Modelo de Parecer

Curso de Psicodiagnóstico


Modelo I
PARECER


PARECERISTA:
SOLICITANTE:
ASSUNTO:

I. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

(Relato da exposição dos fatos que envolvem a “questão-problema” nesse exemplo sobre "Avaliação Psicológica")

II. DISCUSSÃO

• O psicólogo pode restringir-se à análise da peça “Avaliação Psicológica” constante nos autos, realizando uma vistoria, verificando a existência ou não de falhas técnicas ou éticas, valendo-se de princípios científicos, do código de Ética e Resoluções que tratam do assunto, para sua argumentação fundamentada.

• O psicólogo pode recorrer ao que é consenso na prática profissional, além de estudos a respeito da interferência negativa do envolvimento afetivo no trabalho do psicólogo.

• Outra opção é seguir os quesitos apresentados pelo requerente.

Cidade tal, data, mês, ano
Nome do Psicólogo

Curso de Psicodiagnóstico


Você deve pesquisar quais os testes que tiveram parecer favorável e desfavorável aqui.

http://satepsi.cfp.org.br/

Mais modelos de parecer:


Referências:

Declaração

É um documento que visa informar a ocorrência de fatos ou situações objetivas relacionados ao atendimento psicológico, com a finalidade de declarar:

a) Comparecimentos do atendido e/ou do seu acompanhante, quando necessário;
b) Acompanhamento psicológico do atendido;
c) Informações sobre as condições do atendimento (tempo de acompanhamento, dias ou horários).


Observações:

Neste documento não deve ser feito o registro de sintomas, situações ou estados psicológicos.

A Declaração não é um documento decorrente da avaliação Psicológica, embora muitas vezes apareça desta forma.

A avaliação psicológica é entendida como o processo técnico-científico de coleta de dados, estudos e interpretação de informações a respeito dos fenômenos psicológicos, que são resultantes da relação do indivíduo com a sociedade, utilizando-se, para tanto, de estratégias psicológicas – métodos, técnicas e instrumentos.


Curso de Psicodiagnóstico


Modelos de Declaração

Modelo I

DECLARAÇÃO

Declaro, para os fins que se fizeram necessários, que o Sr. (Nome do Solicitante) faz acompanhamento psicológico no (ambulatório ou consultório), desde janeiro de 2011, sob meus cuidados profissionais.

Cidade, dia, mês, ano

Nome completo do psicólogo
Nº de inscrição no CRP

Modelo II

DECLARAÇÃO

Declaro, para fins de comprovação, que o Sr. (Nome do solicitante), está sendo submetido a acompanhamento psicológico, sob meus cuidados profissionais, comparecendo às sessões todas às quintas-feiras, no horário das 17:00 h.

Cidade, dia, mês, ano

Nome completo do profissional
Nº de inscrição no CRP


Curso de Psicodiagnóstico

Fonte:

http://www.mackenzie.br/fileadmin/Graduacao/CCBS/Cursos/Psicologia/formularios/ROTEIRO_DE_PARECER_PSICOLOGICO.pdf

Saiba mais:

<http://www.4shared.com/office/gD7HL3eHce/resolucao2001_30.html>


31 de março de 2011

Atestado Psicológico


   É um documento expedido pelo psicólogo que certifica uma determinada situação ou estado  psicológico, tendo como finalidade afirmar sobre as condições psicológicas de quem, por requerimento, o solicita,  com fins de:

a)  Justificar  faltas  e/ou  impedimentos do solicitante;
b) Justificar estar apto ou não para atividades específicas, após realização de um processo de avaliação psicológica.
c) Solicitar  afastamento  e/ou dispensa do solicitante, subsidiado na afirmação atestada do fato, em acordo com o disposto na Resolução CFP nº 015/96.

O atestado deve expor: 

-  Registro do nome e sobrenome do cliente;
-  Finalidade do documento;
-  Registro da informação do sintoma,  situação ou condições psicológicas que justifiquem o atendimento, afastamento ou falta – podendo ser registrado sob o indicativo do código da Classificação Internacional de Doenças em vigor;
-  Registro do local e data da expedição do atestado;
- Registro do nome completo do psicólogo, sua inscrição no CRP e/ou carimbo com as mesmas informações;
-  Assinatura do psicólogo acima de sua identificação ou do carimbo.

Observação:

    Os  registros deverão estar transcritos de forma corrida, ou seja, separados apenas pela pontuação, sem parágrafos, evitando, com isso, riscos de adulterações. No caso em que seja necessária a utilização de parágrafos, o  psicólogo deverá preencher esses espaços com traços.


Modelos de Atestado

Modelo I

ATESTADO

Atesto, para os devidos fins, que o Sr. (Nome do solicitante) encontra-se em acompanhamento psicológico para tratar de sintomas compatíveis com CID V.6281 ---

Nome da cidade, dia, mês, ano
Nome do Profissional
Nº de inscrição no CRP


Modelo II

ATESTADO

Atesto, para fins de comprovação junto a (nome a quem se destina), que o Sr. (Nome do Solicitante), apresenta sintomas relativos a angústia, insônia, ansiedade e irritabilidade, necessitando, no momento, de 3 (três) dias de afastamento de suas atividades laborais para acompanhamento ...*(ou para repouso, ou indicar a razão).

Cidade, dia, mês, ano
Nome do psicólogo
Nº de inscrição no CRP

Obs.: A finalidade indicará a informação a ser prestada e/ou pedido. Entretanto, a estruturação obedecerá sempre esta configuração de simplicidade, clareza e concisão.

*Post atualizado em 22/04/2011


Curso de Transtornos de Personalidade

Fonte:

Resolução CFP n° 15/96 de 13 Dezembro de 1996
http://pol.org.br/legislacao/pdf/resolucao1996_15.pdf

Resolução CFP n° 30/2001
http://pol.org.br/legislacao/pdf/resolucao2001_30.pdf

Resolução CFP n°007/2003
http://www.pol.org.br/pol/export/sites/default/pol/legislacao/legislacaoDocumentos/resolucao2003_7.pdf

13 de março de 2011

A geração C

Por Época NEGÓCIOS Online

O mundo de 2020 será definido e governado pela geração C. Como as empresas se preparam agora para lidar com ela, irá determinar seu sucesso e, mais do que isso, sua habilidade para sobreviver no futuro. A ascensão deste grupo terá um impacto semelhante ao da Revolução Industrial, segundo estudo da consultoria Booz & Company publicado na revista Strategy+Business.

A geração C é formada por quem nasceu depois de 1990 e viveu sua adolescência a partir de 2000. O C foi escolhido para batizar o grupo pois é a letra inicial de importantes características desses jovens. Eles são conectados, comunicativos, computadorizados e estão sempre clicando. A geração que tomará a frente nos próximos anos é a primeira a nunca ter vivido antes da era da internet. Mais de 95% de seus membros têm computadores e mais da metade usa mensagens instantâneas, tem páginas no Facebook e vê vídeos no YouTube. Os jovens nascidos na década de 90 vivem por mais tempo na casa dos pais do que qualquer geração anterior, a maioria de suas interações sociais são feitas pela internet, onde eles se sentem livres para expressar suas opiniões. São homens e mulheres que cresceram sobre a influência de Harry Potter, Barack Obama e dos is da Apple.

A consultoria traçou algumas tendências que devem ser tornar dominantes nos próximos nove anos:

24 por 7 - Estar conectado 24 horas por dia, sete dias por semana será a regra em 2020. Será, na realidade, um pré-requisito para participar da vida em sociedade. Atualmente, há 4,6 bilhões de usuários de celulares no mundo, 67% da população total, e 1,7 bilhão de usuários de internet. Em 2020, o número de pessoas usando a telefonia móvel alcançará 6 bilhões, quase 80% do globo, e 4,7 bilhões acessarão a web, principalmente por meio de dispositivos móveis. Com a conectividade a todo momento, a vida profissional e pessoal das pessoas se misturarão.
Animal social - Graças à popularidade das redes sociais e colaborativas, o universo de relações interpessoais continuará a crescer. Seu grupo de amigos online incluirá amigos de amigos e anônimos com os mesmos interesses. Na média, um indivíduo, em 2020, terá de 200 a 300 contatos na internet. Até mesmo com a família, a necessidade de proximidade física será reduzida pela maior interação digital.
Informação digital - O consumo de informações por meios digitais deverá crescer drasticamente. O internauta poderá escolher sobre o que quer se informar e sobre como quer se informar
Privacidade _ É provável que as preocupações em relação à privacidade também diminuam conforme as pessoas percebam os benefícios da transparência na web. O uso das redes sociais irá cada vez mais determinar os padrões de consumo. O marketing viral se tornará essencial para o sucesso comercial de um produto.
Conectividade - A geração C será capaz de acessar a sua vida digital de todos os lugares a partir de uma série de plataformas e interfaces, já que viverá em um mundo interconectado onde os dados serão armazenados virtualmente.
Geração C no trabalho - A digitalização generalizada também alterará profundamente os negócios. Haverá uma virtualização das organizações. Conforme essas transformações forem chegando às companhias, a vida corporativa irá se afastar das estruturas hierárquicas tradicionais. Os trabalhadores, misturando assuntos pessoais e profissionais ao longo do dia, irão se organizar em comunidades de interesses mútuos. Em 2020, mais da metade dos funcionários das grandes empresas trabalharão em projetos virtuais, o que aumentará o intercâmbio entre trabalhadores de várias partes do mundo. Com a sofisticação das comunicações, no entanto, o número de viagens de negócios deve cair.
Mudanças por setor - A entrada da geração C no mercado de trabalho irá transformar as principais indústrias. A Booz & Company apresenta oportunidades e desafios para alguns setores da economia:

• Telecomunicações - A demanda por acesso universal à banda larga será forte. Como conseqüência, as operadoras que quiserem aproveitar para crescer oferecendo serviços que dependam do acesso à internet terão que apoiar os esforços para a construção da infraestrutura necessária. Parte significativa da população nos mercados emergentes ainda está desconectada e as empresas devem aproveitar para se expandir nesses mercados.
Saúde - As informações sobre médicos, hospitais, tratamentos e custos irão invadir a internet. Com isso, o consumidor irá ganhar mais poder. Serviços online de aconselhamento médico devem ganhar força. A maior conectividade também irá impulsionar diagnósticos eletrônicos, ajudando a reduzir os custos. A personalização da medicina irá criar novos modelos de planos de saúde.
• Varejo - O varejo terá seu universo online e offline integrados. A realidade aumentada de produtos deve se tornar mais presente. Resenhas na internet se tornarão armas cada vez mais importantes e perigosas. As redes sociais também se tornarão críticas na busca pelos clientes.
• Turismo - Esse mercado também será profundamente afetado. As viagens de negócios irão declinar bastante. No segmento de lazer, os intermediários perderão espaço e críticas online se tornarão cada vez mais relevantes para o planejamento de viagens, o que levará a passeios mais personalizados.


Fonte:
http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI214478-16360,00-COM+A+GERACAO+C+O+FUTURO+E+DIGITAL.html

Saiba mais:


RESOLUÇÃO CFP N° 012/2005  - Regulamenta o atendimento psicoterapêutico e
outros serviços psicológicos mediados por  computador .


http://pol.org.br/legislacao/pdf/resolucao2005_12.pdf

1 de março de 2011

Quartas- Feiras no CRP-PR

Conselho de Psicologia (CRP-PR) lança série de debates sobre avaliação psicológica
Com transmissão on-line, “Quartas-feiras no CRP” irá dialogar com públicos de todo o Brasil a partir de março.

Os curiosos sobre o mundo extraordinário da psicologia possuem uma atividade a mais para acrescentar à agenda. O Conselho Regional de Psicologia (CRP-PR) inicia em março as “Quartas-feiras no CRP”, eventos semanais que discutem um tema mensal na sede do Conselho. Neste mês, o assunto será a “avaliação psicológica” e terá palestras, mesas-redondas e os chamados “Psicocines” - a plateia assiste a um determinado filme e o analisa sob a ótica da psicologia. Além de ser o tema que inaugura o ano de 2011, é a primeira vez que o tópico “avaliação psicológica” será o tema do ano, ou seja, ao menos uma quarta-feira de cada mês será dedicado a esse assunto.

O evento acontece desde 1998, entre o período de março a novembro, sempre orientando a comunidade e profissionais da área sobre os temas relacionados à psicologia. De acordo com a coordenadora técnica de políticas públicas e eventos do Conselho, a psicóloga Célia Mazza de Souza – CRP 2052, o projeto é “uma oportunidade para a categoria levar a informação de psicologia à sociedade, utilizando uma linguagem ao alcance de todos”.

E o alcance da informação não se limita ao auditório. Quem tiver dificuldades em acompanhar o evento presencialmente, poderá assisti-lo pela internet. Desde julho de 2010 as “Quartas-feiras no CRP” são transmitidas ao vivo no site do conselho e estão disponíveis para download. Os internautas participam como os espectadores presentes na plateia do auditório, mandando perguntas ou comentários por e-mail ou telefone. Segundo Célia, uma das apresentações de 2010 chegou a 600 acessos e trouxe ainda mais espectadores de outros estados, que já mandaram dúvidas de São Paulo, Rio de Janeiro e até Fortaleza. No ano passado, 1.145 pessoas participaram na plateia e mais de 4.000 acompanharam pela internet.

Serviço
Quartas-feiras no CRP.
Tema do mês: Avaliação Psicológica.
Horário: 19h

Dia 02 – Avaliação Psicológica: história e desafios.
Dia 09 – Psicocine do filme “A Preciosa”.
Dia 16 – Mesa-redonda sobre a Avaliação Psicológica em Sistemas de Justiça.
Dia 23 – Mesa-redonda sobre Avaliação Psicológica na área do Trânsito e na área Escolar/Educacional.
Dia 30 – Mesa-redonda sobre Avaliação Psicológica e Saúde.

Local: Sede do Conselho Regional de Psicologia – 08.
Contato: (41) 3074-5641
E-mail: comunicacao08@crppr.org.br
Site: www.crppr.org.br

Fonte: http://www.pautas.incorporativa.com.br/a-mostra-release.php?id=1158

Saiba mais:
http://www.crppr.org.br/destaques.php?id=122
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...